Eu ainda te amo. Tá difícil de entender? Será que eu preciso desenhar ou talvez me jogar no chão, na sua frente, rasgar roupa, fazer birra.
Não, pera. Isso não vai adiantar né? Eu imaginei. Esse negócio de agir como adulto maduro não me cabe muito bem. É que por dentro o meu emocional tá como uma criança de cinco anos mesmo, birrenta e necessitada de atenção.
Fogo mesmo é que se for pra esperar atenção vinda de você, melhor esperar sentado – disso eu sei. Continuar lendo “Eu ainda te amo”