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Paulinho Rahs

O Poeta Solitário

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Parcerias

O que eu faço com o meu coração?

Eu ainda quero te amar.
Eu tô tentando te esquecer.
Eu tô disposto a perdoar.
Eu já não quero mais saber.
Pelos meus erros, eu peço desculpa.
Eu também peço, mas quero ir em frente.
Eu só consigo ser feliz se for igual.
Eu não consigo se não for diferente.

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Você não vai voltar

Às vezes me pego imaginando,

me vejo aqui fantasiando como seria se um dia a gente voltasse a se encontrar.

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Versão de nós dois sobre o nosso fim

Te conheci em meados de outubro.
Você vestia uma blusa preta e parecia não se importar em qual estação do ano estávamos.

A primeira vez que eu te vi, reparei nos olhos e na cor do cabelo. O seu sorriso me paralisou por inteiro e, por alguns segundos, o mundo pareceu congelar.

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Recomecei e desta vez foi do jeito certo.

Por certo tempo me abriguei na solidão que acabou sendo a única companhia dentro da escuridão em fiquei sem teu brilho. Dias e noites perderam qualquer sentido que poderiam ter para mim. Planos e projetos do futuro simplesmente desabaram como se houvessem roubado uma das cartas de base que construía um castelo frágil de um baralho comum. Continuar lendo “Recomecei e desta vez foi do jeito certo.”

Existem coisas que nunca mudam. A saudade de você é uma delas

Existem coisas que nunca mudam, não importa o tempo que passe. Não importa a força que se faça ou a quantidade de vezes que se tente.

Existem coisas que são imóveis, pesadas demais para alguém mexer, fortes demais para que se remova da memória e que carregam consigo um turbilhão de emoções que se confundem. Continuar lendo “Existem coisas que nunca mudam. A saudade de você é uma delas”

Não adianta fugir

Eu consigo ver através da sua alma. Tudo que deixamos para trás e que voltou para nos assombrar está se tornando um peso praticamente insustentável sobre as minhas costas. Preciso de ajuda para carregar isso tudo e, sinceramente, você também tem culpa. O que é justo é justo, certo? Então pela justiça, que você sempre foi tão a favor, me ajude a carregar esta cruz. Sabe quando a gente está vivendo, mas dentro da mente só consegue lembrar do passado? Eu tenho a nítida sensação de que não pertenço ao lugar em que estou agora. Continuar lendo “Não adianta fugir”

O rancor aprisiona

Ela ainda não sabe o crime que cometeu, mas está encarcerada. A cela é fria e úmida. A comida é escassa e as visitas, cada vez mais raras. Seu grito ecoa num ambiente que não acolhe dores. Ela gasta o tempo que tem a pensar em tudo que a fez chegar até ali e planeja, minuciosamente, os próximos passos dentro daquele pequeno tártaro. Todos os dias a rotina se repete. Ela alimenta a história, cuida de cada detalhe para nenhum deles ser esquecido. Insano dizer, mas ela parece saborear cada dor, cada mágoa e todas as palavras frias, proferidas numa manhã de domingo, entre um gole de café e um baque de porta. Continuar lendo “O rancor aprisiona”

O dia em que comecei a me amar com todas as minhas forças

Hoje eu acordei mais cedo que o normal. Lavei as mãos, lavei o rosto, e, ao me olhar no espelho, me deparei com uma imagem que não via há muito tempo. Era eu do outro lado, obviamente, mas eu estava diferente, como se soubesse, em sonho, que aquele dia fosse mudar o rumo da minha vida, como se soubesse que eu não havia levantado mais cedo por acaso.

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