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Paulinho Rahs

O Poeta Solitário

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Paulinho Rahs

Eu era uma pessoa sem sorte

Há dias que eu me sentia estagnado, empacado, preso no mesmo lugar. Você já se sentiu assim? Sufocado, ansioso, procurando algo diferente – mesmo sem saber o que…

Precisei me desconectar um pouco e botar os pés no chão. Renovar as energias e caminhar por aí apenas com a minha própria companhia. Comecei a me perguntar o motivo de não estar conseguindo crescer e, aos poucos, a minha mente foi clareando. Geralmente as respostas para as perguntas mais difíceis da nossa vida são tão óbvias que a gente passa batido por elas e continua procurando por algo mais – que nunca encontramos – sendo que é tudo muito mais simples do que a gente teima em assumir. Continuar lendo “Eu era uma pessoa sem sorte”

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O valor que as coisas têm

Havia um velho senhor lá na rua onde eu morava
que, cordial, dizia: – Buenas! – sempre que eu ali passava.
O velho era conhecido por muitos na região
por uma lenda que cercava seu nome e sua situação.

Notei que ele sempre se vestia de um jeito muito singelo:
no inverno um casaco surrado, no verão um simples chinelo.
A sua casa era antiga, uma cabana de madeira
e na varanda ele vivia lendo livros numa cadeira. Continuar lendo “O valor que as coisas têm”

Medo de desaparecer

Leia ao som de Fall Away – Twenty One Pilots

Hoje eu conheci o medo.

Falo de pavor mesmo, de não ter ideia do que vem pela frente, de sentir o estômago embrulhado e o frio cruzando na espinha.
Confesso a vocês que o que passa na minha cabeça agora são as oportunidades perdidas. A gente só se dá conta de como as coisas simples são as mais importantes na vida quando perdemos alguma delas. A coisa é mais simples do que a gente imagina, amigos. Sem demagogia ou discurso para ganhar likes. As melhores coisas da vida – ou pelo menos as que realmente valem a pena – são as mais simples e que não se compram, não são materiais. Continuar lendo “Medo de desaparecer”

Volta pra minha vida?

Leia ao som de Don’t Let Nothing Get In The Way

Anos se passaram e eu ainda não esqueci de como é o gosto dos seus lábios. Podiam se passar décadas que tenho absoluta certeza de que não esqueceria. Talvez por você ter sido meu primeiro grande amor. Talvez por você continuar sendo o mistério mais delicioso que a minha vida ainda não foi capaz de desvendar. Sabe, faz tempo que eu corro atrás do tempo e quanto mais eu corro, mais fico atrás. E o que me satisfaz? Estar perto de você. Um pouquinho é bastante, já basta pelo momento. Mas logo eu vou querer mais… Continuar lendo “Volta pra minha vida?”

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