Quase sempre, por ser assim quase egoísta, me encontro rangendo os dentes de raiva, sentindo o calor do rancor me consumindo por dentro. Esses momentos são sempre que vejo algo que lembre o teu passado, alguém que passou pela tua vida ou alguma foto dessas velhas conversas salvas que na hora a gente nunca se dá conta que vão machucar no futuro. Eu e você demoramos muito pra perceber que é legal pra caralho estarmos juntos um do outro. Você seguia esperando o príncipe encantado, montado num cavalo branco que te levaria para novos reinos. Enquanto isso eu passei um milhão de vezes cavalgando por ti, mas acabei não te vendo por levar tudo muito a sério e achar que viver com alta velocidade era a única forma possível. Continuar lendo “Rindo do meu ciúme”