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Paulinho Rahs

O Poeta Solitário

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amor

Meu café recém passado me faz lembrar de você

Meu café recém passado me faz lembrar de você. Acabo de me dar por conta disso: eu tomo café todas as manhãs e isso sempre traz a sua imagem na minha mente? Pensei em parar até com a cafeína para ver se te esquecia. O problema é que tudo me lembra você. Minha casa, minhas roupas, as músicas que ouço e até as minhas tatuagens. Me conformei. Vou lembrar de você pra sempre.

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Acabou sem nem ter fim

Sonhei contigo essa noite, deu saudade do que a gente não viveu.
Quando acordei me doeu
a alma e o coração.
Doeu por que o tempo passou
e a vida jamais parou
pra gente viver essa paixão.

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Eu já me convenci que nunca vou conseguir parar de te amar.

Sua nova foto de perfil é a mais linda dos últimos anos. Sim, essa que você postou essa semana. Como que eu vi? É óbvio que eu vi. Como tudo que você posta. Como qualquer coisa que você faz. Eu sei, você pediu pra eu sumir da sua vida. Eu desapareci pra você. Mas sigo aqui no meu eterno papel de fantasma.

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Eu ainda te amo

Eu ainda te amo. Tá difícil de entender? Será que eu preciso desenhar ou talvez me jogar no chão, na sua frente, rasgar roupa, fazer birra.

Não, pera. Isso não vai adiantar né? Eu imaginei. Esse negócio de agir como adulto maduro não me cabe muito bem. É que por dentro o meu emocional tá como uma criança de cinco anos mesmo, birrenta e necessitada de atenção.
Fogo mesmo é que se for pra esperar atenção vinda de você, melhor esperar sentado – disso eu sei. Continuar lendo “Eu ainda te amo”

Afinal, você quer ou não quer?

Afinal, você quer ou não quer?
Olha, preciso que você decida.
Pois eu não vou passar a minha vida
esperando a graça decidir.
Se vai comigo ou vai ficar aqui
se quer aventura ou chatice,
se vai passar a velhice
pensando em como seria
ter tentado viver um dia
com intensidade de verdade. Continuar lendo “Afinal, você quer ou não quer?”

Você é um daqueles amores impossíveis

Quanto passou?
Sete anos ou sete dias.
Se bem que tanto faz.
A real é que não muda nada.
Não acredito mais em Papai Noel ou em fada,
ou em magia que me traga de volta
a tua companhia. Continuar lendo “Você é um daqueles amores impossíveis”

Resolvi te deixar partir

Leia ao som de Autumn Love – Death Cab For Cutie

Resolvi te deixar partir
depois de muito resistir.
Depois de anos amarrado,
atado a uma corrente,
com medo de olhar pra frente
e aceitar que não tem mais volta. Continuar lendo “Resolvi te deixar partir”

Das coisas que aprendi com a vida

Sabe, hoje em dia eu quero menos do que já quis um dia. Aprendi a me conformar.

Até esses tempos era sempre tudo ou nada, era sempre um desespero entre planejar, executar e atingir os meus sonhos mais malucos. Mas, vou te confessar, de um tempo pra cá parece que eu ando mais tranquilo com a ideia de viver bem com o que a vida me deu até aqui.

Aprendi a dar valor ao que se tem nas mãos. Continuar lendo “Das coisas que aprendi com a vida”

O valor que as coisas têm

Havia um velho senhor lá na rua onde eu morava
que, cordial, dizia: – Buenas! – sempre que eu ali passava.
O velho era conhecido por muitos na região
por uma lenda que cercava seu nome e sua situação.

Notei que ele sempre se vestia de um jeito muito singelo:
no inverno um casaco surrado, no verão um simples chinelo.
A sua casa era antiga, uma cabana de madeira
e na varanda ele vivia lendo livros numa cadeira. Continuar lendo “O valor que as coisas têm”

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