Leia ao som de Taxi Cab – Twenty One Pilots

Entre idas e vindas, começos e finais, conquistas e decepções dessa vida maluca…
Entre o real e o abstrato, entre entradas e saídas. Entre tudo que é evitável, temos o inevitável: nós vamos cair. Várias e várias vezes, em repetidas tentativas. Nós vamos começar com tudo, com força e com vontade. E, de alguma maneira, as coisas mudam. Nós falharemos, nós erraremos um milhão de vezes até fazer a coisa certa. Só que mesmo depois de acertar, vamos voltar a errar. E o ciclo é infinito, pelo menos enquanto a gente existir.

É preciso aprender a ter humildade. A verdade é que nunca se está sempre certo.
Mas também é preciso aprender a se perdoar. Reconhecer erros não é tão fácil assim.
Olhar para o passado quando estamos no futuro é fácil. “Ah! Se eu tivesse feito assim ou assado, isso ou aquilo, escolhido este em vez daquele”. Ah! Se “ah!” adiantasse alguma coisa.
Eu tenho para te dizer somente que ainda dá tempo. Pede desculpa, muda a atitude, vai lá de novo. Peça que te perdoem. E te perdoa também. Afinal, todas as vezes que você falha com alguém, você tá falhando consigo mesmo. E tá tudo bem. Desde que você mude. E deixe de ser uma pedra imóvel, estúpida demais para se mexer e entender que a vida não para, as pessoas vão mudando e os conceitos também. Mude de opinião sempre que você entender que estava errado. Mude de atitude sempre que você ver o quanto o seu jeito pode ter machucado os outros.

Entre sonhos que caíram, projetos que foram perdidos e ideias que se partiram.
Entre seus erros que não podem ser apagados, as cicatrizes que por você foram deixadas e todas as vezes que você começou algo, falhou e agora não pode voltar para começar de novo.

Entenda apenas que na vida o importante é recomeçar.

Ainda não é tarde demais. Vamos de novo?

 

Paulinho Rahs