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Paulinho Rahs

O Poeta Solitário

mês

agosto 2019

Eu era uma pessoa sem sorte

Há dias que eu me sentia estagnado, empacado, preso no mesmo lugar. Você já se sentiu assim? Sufocado, ansioso, procurando algo diferente – mesmo sem saber o que…

Precisei me desconectar um pouco e botar os pés no chão. Renovar as energias e caminhar por aí apenas com a minha própria companhia. Comecei a me perguntar o motivo de não estar conseguindo crescer e, aos poucos, a minha mente foi clareando. Geralmente as respostas para as perguntas mais difíceis da nossa vida são tão óbvias que a gente passa batido por elas e continua procurando por algo mais – que nunca encontramos – sendo que é tudo muito mais simples do que a gente teima em assumir. Continuar lendo “Eu era uma pessoa sem sorte”

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Das coisas que aprendi com a vida

Sabe, hoje em dia eu quero menos do que já quis um dia. Aprendi a me conformar.

Até esses tempos era sempre tudo ou nada, era sempre um desespero entre planejar, executar e atingir os meus sonhos mais malucos. Mas, vou te confessar, de um tempo pra cá parece que eu ando mais tranquilo com a ideia de viver bem com o que a vida me deu até aqui.

Aprendi a dar valor ao que se tem nas mãos. Continuar lendo “Das coisas que aprendi com a vida”

O valor que as coisas têm

Havia um velho senhor lá na rua onde eu morava
que, cordial, dizia: – Buenas! – sempre que eu ali passava.
O velho era conhecido por muitos na região
por uma lenda que cercava seu nome e sua situação.

Notei que ele sempre se vestia de um jeito muito singelo:
no inverno um casaco surrado, no verão um simples chinelo.
A sua casa era antiga, uma cabana de madeira
e na varanda ele vivia lendo livros numa cadeira. Continuar lendo “O valor que as coisas têm”

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