Ela ri, mexe no cabelo e suas bochechas coram.

Ofereci um sorriso tímido, como sou. Um sorriso sem quase nem mostrar os dentes;

Queria que ela nem me notasse aqui. Há tempo que venho admirando-a, assim, em silêncio. O que acho mais engraçado – não que eu me divirta com isso – é que ninguém aqui sabe disso. Nem aqui e nem na China, sabe, como dizem por aí. Por uma dessas que eu não queria que ela notasse. Acho que fiquei olhando pra ela como um baita de um boboca, entregando o ouro assim de cara. Eu e essa minha maldita mania de fazer as coisas pelo avesso. Continuar lendo “Sorriso tímido”

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