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Paulinho Rahs

O Poeta Solitário

mês

outubro 2017

A gente morre de inveja

Leia ao som de Jaded – Aerosmith

A gente morre de inveja.
Quando alguém consegue o que a gente queria, quando alguém que a gente admira não nos dá a mesma moral que dá para outros, quando o sucesso chega mais rápido para o nosso rival.

A gente morre de inveja.  Continuar lendo “A gente morre de inveja”

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Todo mundo precisa de um pouco de sofrimento

Leia ao som de Make it Right

É, não quero me fazer de louco e indiferente a dureza da vida real e todos os problemas graves que assolam a vida das pessoas. Mas convenhamos que essa é uma verdade: sofrer um pouco de vez em quando não é de todo mal. Continuar lendo “Todo mundo precisa de um pouco de sofrimento”

Aos que tem dúvidas. Vocês estão certos.

Poucas vezes na minha vida estive tão confuso. As coisas não são como já foram outrora e eu passo incontáveis horas tentando entender se estou indo para onde realmente deveria. Me tira o sono à noite e a concentração de dia a sensação de que a vida já foi melhor e que meus planos para hoje eram bem diferentes.
Hoje vejo toda a minha ingenuidade e que aquela pureza de sonhar com força máxima se esvaiu. Hoje uma onda avassaladora de “pé no chão” me arrastou de volta para a realidade. A tal “crise dos vinte e poucos” me pegou mais cedo que o esperado e isso tem me deixado vagando sem rumo, olhando para o teto do quarto, num estado de incerteza. Será que eu estou fazendo as coisas do jeito certo? Continuar lendo “Aos que tem dúvidas. Vocês estão certos.”

Ninguém é mais contagiante que ela

Melhor ao som de The Adventures Of Rain Dance Maggie.

Não sei se você já conheceu alguém assim, que vive em alta velocidade, te agita, parece que exerce uma magia absurda sobre os sentimentos. Ela é o tipo de gente que cria o que eu chamo de ‘memórias coloridas’. Um dom que algumas pessoas possuem de deixar lembranças tão boas gravadas conosco que parece que relembrar o que foi vivido é trazer de volta um tempo com cores vibrantes. Um verdadeiro filtro de Instagram impregnado em uma recordação linda. Ela é de um jeito tão contagiante que dá vontade de conviver mais e mais. É doce e viciante, difícil de controlar. Continuar lendo “Ninguém é mais contagiante que ela”

A última carta de amor que vou escrever pra você

(Para acompanhar, ouça The Blower’s Daughter)

Amor,

Eu sei que faz tempo. Sei também que nada do que passou vai voltar.
Me perdoa. Ah, isso é tão óbvio! Mas sério, me perdoa. Continuar lendo “A última carta de amor que vou escrever pra você”

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