Busca

Paulinho Rahs

O Poeta Solitário

mês

maio 2017

A data que ela esqueceu

“Hoje é o dia eu quase posso tocar o silêncio”

(Tudo que vai – Capital Inicial)
A noite enfim chegou. Véspera de feriado nacional, mesmo dia da semana daquela vez, sol com frio, exatamente igual. Essa é a minha história, porém pode mudar essa frase anterior pelos dados da sua. A propósito: este texto vai ser todo muito pessoal, já lhe aviso. Mas leia, sim, leia. E imagine tudo que eu contar com fatos da sua própria história. Vai dar na mesma, eu garanto. Eu e você, amigo que lê minhas palavras tristes, temos algo em comum: nos acostumamos a esquecer. Continuar lendo “A data que ela esqueceu”

Anúncios

O que eu aprendi com os amores da minha vida?

Não, você não leu o título errado. A frase que dá nome para este texto está, sim, no plural. Talvez se você achou estranho a expressão “amor da minha vida” não estar no singular é porque provavelmente viveu a vida toda com o mesmo conceito com o qual eu cresci. Continuar lendo “O que eu aprendi com os amores da minha vida?”

Eu realmente tenho muito o que aprender

Jornalismo de Boteco

Eu nunca deixei de sonhar com intensidade.

Eu nunca deixei de acreditar que posso conseguir o que eu quiser.

Eu nunca deixei minha vontade de desistir ser maior que meu desejo de a desafiar.

Mas mesmo assim andei desanimado, fora de órbita e do meu caminho. Como se tivesse acordado de um sonho profundo, agora tenho a impressão que passei os últimos tempos mais gastando tempo do que aproveitando, mais me desviando do que me encontrando. Foi inevitável me questionar com veemência, colocar o dedo na cara do meu próprio reflexo no espelho e tentar arrancar do peito uma resposta que trouxesse também pra fora essa agonia maldita que me faz me sentir perdido e muito longe de qualquer coisa concreta. Eu realmente passei esse tempo todo tão errado e ainda achando que estive certo? Céus, não sei se é pior saber disso só agora ou se era pior continuar…

Ver o post original 350 mais palavras

Já que não deu certo

(Escrito ao som de Fix You – Coldplay)

Eu desci do carro e dei de cara com você. Fazia semanas que não te via mais e foi impossível não congelar. Te abracei, dei um “Oi” desajeitado e perguntei como estava, daquele jeito super automático. Enquanto isso, tentava te analisar e aproveitar o brilho dos teus olhos pelos poucos segundos em que pude. Como as coisas foram acabar desse jeito, menina? Continuar lendo “Já que não deu certo”

Crie um site ou blog no WordPress.com

Acima ↑