Acordei pela manhã e me levantei para mais um dia. Novas vinte e quatro horas me foram concedidas para buscar todos os meus sonhos. Levantei, com as minhas duas pernas em perfeito funcionamento; me dirigi até a cozinha da casa da minha namorada e comecei a preparar um café da manhã, com minhas duas mãos em totais condições. Equilibrei uma xícara com café, outra com iogurte, umas bolachas e uma torrada nos meus braços, respondendo a qualquer estímulo cerebral que eu lhes enviava. Sentei-me na cadeira e apoiei meu celular na mesa.  Continuar lendo “A cãibra da minha consciência”

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