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Paulinho Rahs

O Poeta Solitário

mês

janeiro 2017

Meu coração vive num círculo vicioso

Obcecado pela admiração dela desde o primeiro momento que a vi.

Desesperado tentando ser visto que nem criança birrenta.

Maluco por atenção que nem cachorro bobão.

Essas frases me definem desde que ela apareceu deslumbrante naquela manhã fria. Essas frases são meu motivo de vergonha, de autoflagelo, de choque com a realidade. Talvez eu não seja, então, tudo isso que vejo no espelho. Continuar lendo “Meu coração vive num círculo vicioso”

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O meu melhor amigo

Já tive amizades de todos os tipos. Daquelas que vieram intensas e se foram muito rapidamente, daquelas que pareciam que não iam dar em lugar nenhum e ficaram para sempre, algumas que resistiram ao tempo e ao distanciamento e outras que se mostraram mais frágeis que copo de um e noventa e nove. Continuar lendo “O meu melhor amigo”

Sobre o tempo, a vida e a juventude

Cada vez mais a gente tem falado sobre como o tempo está passando. Foi ontem no bar, eu e minha namorada. Foi semana passada na casa do Chico, quando a galera da turma da escola se encontrou. Foi no Natal com a minha família, vendo as crianças que cresceram ainda mais desde o ano passado. O maluco disso tudo é que até bem pouco tempo atrás, tenho a impressão de que a gente não falava tanto assim sobre o tempo. Ou pelo menos se falavam, era eu quem não dava bola. Pois agora cada vez que levantam o tópico “tempo” nas conversas, algo me puxa pra dentro do assunto. Sinto que as coisas se remexem dentro de mim, fica inevitável pensar que a minha concepção de vida já não é a mesma coisa que era aos dezesseis. Engraçado. Na minha cabeça foi bem quando o tempo parou. Continuar lendo “Sobre o tempo, a vida e a juventude”

O nosso melhor momento

Você pode ler ao som de Vampire Weekend – Oxford Comma

A tempestade começou cedo pra nós. Desde o primeiro minuto foi aquilo, complicado, enrolado, um monte de nuvens escuras e carregadas sobre nossas cabeças. Vai entender o motivo de tudo… Será que estávamos sendo testados? Por nossos conceitos bobos de como as coisas precisavam ser e por nossas maneiras estupidamente egoístas de ver a vida, o começo foi turbulento e cheio de percalços. A gente foi se segurando nas beiras, esperando não escorregar mais, torcendo pra que a queda fosse mais devagar. Se a velocidade dos conflitos aumentasse, tudo iria pelos ares. Andamos por um fio mais de uma vez e confesso que cansei de rolar na cama de um lado para o outro achando que nós não passaríamos do próximo amanhecer juntos. Continuar lendo “O nosso melhor momento”

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