Busca

Paulinho Rahs

O Poeta Solitário

mês

setembro 2016

E se eu tiver que te deixar pra trás?

Sabe, você foi o meu maior sonho durante muito tempo. Foi o que eu mais tive vontade de conquistar, aquilo que eu mais atrai nos meus pensamentos, foi o que todo mundo via em meus olhos como a coisa mais importante do meu próprio mundo de sonhos e ilusões. A realidade é um pouquinho mais complicada do que a gente presume ser. Sonhar faz bem, alimenta a alma. Mas tem horas que precisamos aterrissar. E eu aterrisso somente agora, as vésperas de uma grande decisão nas nossas vidas; na minha, na tua e nada de todos que nos cercam. É hora de encarar de frente quais são as minhas reais condições de fazer isso dar certo. Continuar lendo “E se eu tiver que te deixar pra trás?”

Precisava mesmo falar contigo

Foi exatamente essa frase que ela disse. Nem uma palavra a mais e nem a menos. Não tenho porque mentir pra vocês; se estou aqui externando fatos, é sem omitir nem aumentar. Bom, talvez eu aumente um pouco. Mas não é por alguma tendência vil, e sim simplesmente pela minha inclinação melodramática. Não nego isso – pra vocês verem que não estou aqui para dissimular. Ok. Dito isso posso seguir no meu raciocínio. Acordei nessa manhã um tanto tonto, abri as mensagens no meu celular e li isso logo abaixo do nome daquela moça. “Precisava mesmo falar contigo”. Ha… Mas é claro que precisava! Continuar lendo “Precisava mesmo falar contigo”

O amor que nunca me pertenceu

Agora é fácil falar. Te chamar no Whatsapp quando eu bebo uns goles a mais, aquela típica atitude egoísta minha, dizer um monte de coisa sobre o que poderíamos ter feito, dizer covardemente que não posso mais curtir tuas fotos no Insta, embora eu saiba a legenda de todas elas. Continuar lendo “O amor que nunca me pertenceu”

Pode vir

Vem. Hoje você vem. Vamos conversar de pertinho, achar um meio termo que concilie meus desejos e sua vontade, meu calor com a sua certeza, meu fogo e sua paixão. Vem que tem, sem medo e sem dúvida, porque hoje eu acordei e te quis por perto. Nada vai me bastar senão seus lábios pintados de primavera. Continuar lendo “Pode vir”

O limite do prazer

Linhas tênues. Entre o certo e o errado, o bem e o mal, o correto e o inexato. Quais serão os limites num mundo onde não ninguém é 100% limpo nem 100% sujo? Se me falarem que é o bom-senso, que é saber até onde ir, meu amigo, me perdoe. E se o mais longe que alguém possa ir for muito além do limite do outro? Continuar lendo “O limite do prazer”

Amigo da solidão

Prazer, sou amigo da solidão. Em meio a tanta gente que morre de medo dessa senhora, em meio a tanta coisa ruim atribuída a ela, que teve seu nome associado a depressão, ansiedade, agonia e saudade, me encontro aqui acompanhado apenas dela. Fui na contramão da aversão que todos sentem quando ela aparece e passei a entendê-la. Você raramente vai encontrar-se com ela em meio a multidões, embora isso seja possível. Ela costuma estar me esperando bem no meio da noite, quando todos já estão dormindo e ainda é muito cedo para acordar. Nas janelas dos prédios poucas luzes acesas, as que estão é por que foram esquecidas. Falando em esquecimento, foi quando eu me sentia jogado e esquecido aqui que ela apareceu. Continuar lendo “Amigo da solidão”

Eu gosto de ser odiado

Primeiro de tudo: para ler estas linhas você precisa compreendê-las. Provavelmente a gente sequer se conheça ou talvez sejamos amigos há anos. De um jeito ou de outro saiba que eu tenho passado por coisas que você não faz a menor ideia. Essa sentença faz sentido pra ti? Pois deveria: isso é algo que todos nós temos em comum, o fato de travar diariamente batalhas pessoais que ninguém sabe nada a respeito. Acontece que a maioria das pessoas ignora isso ou pior: vê em diminuir os outros uma forma de reduzir um pouco a própria frustração, muitas vezes – pior ainda – inconscientemente. Continuar lendo “Eu gosto de ser odiado”

Crie um site ou blog no WordPress.com

Acima ↑