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Paulinho Rahs

O Poeta Solitário

mês

agosto 2016

Pergunta se valeu a pena

Senta, vamos conversar.

Não estou aqui para dizer nada além da verdade. Mas, pensando bem, a verdade não existe. Entre a minha verdade e a dela existem umas mil mentiras, doses de orgulho, manipulação e pontos de vista que jamais irão concordar. Continuar lendo “Pergunta se valeu a pena”

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Seja a mudança que você quer ver no mundo

Escrevo este texto durante uma onda de motivação e otimismo que me ocorreu. Sabe aquelas horas em que tudo parece fazer sentido? Claro, as xícaras de café e as cuias de chimarrão que tomei nessa manhã são também responsáveis por esse estímulo, porém de vez em quando todos temos espontaneamente esses momentos de clareza mental, brilho nos olhos e vontade de abraçar o mundo. Li uma vez que algumas pessoas chamam isso de “instantes mágicos” e que todos os dias nós somos brindados com uma dose deles. Você acredita nisso? Continuar lendo “Seja a mudança que você quer ver no mundo”

Eu preciso de você

E não há mais nada a ser dito. Quer dizer, na verdade há muito a ser dito. Porém nada com relevância; a verdade é que eu preciso de você e ponto. Continuar lendo “Eu preciso de você”

O pior de tudo

Se nesse exato momento, entre a fumaça de nossos cigarros, você me pedisse um conselho, eu certamente lhe diria: nunca, jamais, em hipótese alguma coloque alguém como sua prioridade. Só existe uma pessoa que deve estar acima de todas as outra: você mesmo. Continuar lendo “O pior de tudo”

Morbidez

Naquela tarde eu me sentia completamente vazio. Sozinho no mundo, omisso a tudo. Um vampiro em frente ao espelho. Por que será? Nada parecia valer a pena, o céu estava nublado e eu arrependido. Uma necessidade monstruosa de pedir desculpas a todos que feri com minha falta de sensibilidade. Parecia que a tristeza passou o tempo parada esperando por esse dia. Desde então nada foi mais do mesmo jeito e agora, até as paredes do meu quarto riem da minha cara. Ainda ouço barulho de trovões numa ironia tão grande, que quando a chuva chegar já nem terei lágrimas para molhar meu rosto. Continuar lendo “Morbidez”

Eu não vou me cansar de você

Onde isso tudo vai dar? Eu realmente não faço a mínima ideia. Prefiro nem pensar, sabe!? E a razão encontro facilmente nas minhas próprias mentiras. O escárnio que eu mesmo sinto quando penso nas impressões que causo é notório. Continuar lendo “Eu não vou me cansar de você”

Giz

Foi aquele curto instante. A moça de olhos verdes fixos em um muro todo escrito de giz branco e uma dedicatória no final. O giz ainda tinha um branco forte como se aquela mensagem tivesse sido escrita há dois dias, não há dois anos. “Como ainda não se apagou? Como ninguém pintou nem pichou esse muro?”. A menina se aproximou e notou uma diferença na mensagem. Abriu a boca, leu de novo. “Não pode ser possível.” Ela seguiu pelo saguão, um tanto desconcertada e com uma sensação forte. Um misto de empolgação e frio na barriga. Continuar lendo “Giz”

Felicidade

Pouca coisa basta para minha felicidade.

Um amor sincero,

uma família unida,

alguns poucos amigos, mas leais. Continuar lendo “Felicidade”

Mais uma noite (Ações e reações)

Sorte a minha que o rádio está ligado. Nele, amigo de tantas noites, toca uma canção pela qual tenho grande apreço.

“Viver assim é um absurdo, como outro qualquer Como tentar o suicídio ou amar uma mulher É um absurdo….” Continuar lendo “Mais uma noite (Ações e reações)”

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