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Paulinho Rahs

O Poeta Solitário

mês

julho 2016

Quantas palavras são necessárias para destruir um sonho?

Sento com um copo de uma bebida bizarramente brega nas mãos. O recipiente é de vidro, deve ter uns três ou quatro cubos de gelo dentro e a bebida é uma mistura pronta e barata de vodca, mel e limão. Meu semblante triste refletido no espelho não é à toa: minha alma sonhadora é infantil e fica choramingando, me pedindo uma explicação para terem acorrentado ela. Continuar lendo “Quantas palavras são necessárias para destruir um sonho?”

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Sonho ruim

Primeiro foi a angústia. Perdido na madrugada sentindo-me só, vendo as paredes rirem da minha cara, fechando os olhos pra tentar me esconder, no cruel dilema de não saber se é pior dormir ou levantar. O mergulho, a queda. De volta ao mundo astral, alguma coisa está errada. Como é possível ainda esse encontro? Continuar lendo “Sonho ruim”

Apesar de tudo

“Apesar de tudo” foi a sábia expressão que o velho ensinou para o menino. O pequeno tinha absolutamente todas as condições para construir sua felicidade, mas ninguém lhe contou que felicidade precisa ser construída. Achava, o menino, que felicidade era sinônimo de alegria; algo que chega assim, de repente, e nos invade. Continuar lendo “Apesar de tudo”

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