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Paulinho Rahs

O Poeta Solitário

mês

junho 2016

De olhos abertos e consciente

(Pra ler ao som de Milianos – Nx Zero)

É assim que me sinto. Os últimos tempos fizeram com que eu me sinta acordado; espiritual e internamente.

Clareza mental.

Deve ser isso que chamam de amadurecimento. Ressureição.

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Você não me conhece

Você definitivamente não me conhece. Não sabe quais são meus anseios, meus medos, o que me deixa angustiado, o que me faz feliz. Você não tem a menor ideia de como ou sobre o que meus sonhos são construídos, de por que eu faço o que faço, de qual a razão pra eu insistir tanto nas pessoas mesmo levando tanta porrada. Continuar lendo “Você não me conhece”

Café, uísque e resolução

Pediu mais um café. – Deve ser o milésimo do ano – ele pensou. E então brindou, na solidão do armazém, os mil cafés que havia bebido desde que o ano virou e em vez de brindar com champanhe, trancafiou-se no seu quarto com uma xícara da negra bebida e um zilhão de folhas espalhadas pelo chão. Rascunhos do romance de sua vida, rascunhos do que ele tentava colocar em um livro ao passo que mal podia colocar na sua vida real. Continuar lendo “Café, uísque e resolução”

Herança nativa

Livremente inspirada na canção Herança nativa

A manhã é fria. Enquanto minha mente fica inquieta, vou aquecendo minhas mãos com goles do meu chimarrão. Alguém me estende a cuia, tenta puxar um papo, mas estou voando muito longe daqui. Com meus olhos de quem viu um pouco de tudo nesse mundo, brilha no castanho da íris cores de saudade de onde me criei. Continuar lendo “Herança nativa”

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