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Paulinho Rahs

O Poeta Solitário

mês

março 2016

Aceita que dói menos

Um desses ‘clichezões’ de primeira categoria é olhar pra alguém de opinião contrária a sua e dizer: “Aceita que dói menos”, assim, com um ar de desprezo de quem ganhou uma discussão. Hoje pela manhã acordei muito mais cedo que o habitual – antes da noite sequer virar dia – e parei em frente ao espelho para mais uma daquelas já tradicionais conversas com minhas múltiplas personalidades ocultas. Enchi a pia com água gelada e mergulhei minha cabeça dentro dela numa tentativa ensandecida de, literalmente, refrescar as ideias.

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A mania de se querer sempre o que não se pode ter

Pensamentos absurdos rondam a minha mente. Um misto de saudade do que passou e vontade de voltar ao tempo em que nada nos dividia. Há três ou quatro outonos atrás meus objetivos eram distantes, contudo eu – sempre enamorado por novas conquistas – fui buscando um a um até realizar todos que estiveram ao meu alcance. Alguns não foram possíveis, aprendi com a maturidade e o passar dos anos que nem tudo depende só da gente. E quando depende dos outros, simplesmente o furo é um pouquinho mais embaixo. Aceitar. Tá aí algo que precisei aprender pra viver numa boa.

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E se eu te disser que não sabia nada sobre a vida?

Seria engraçado se não fosse triste. As tantas e tantas vezes em que me coloquei contra a parede para tirar conclusões sobre as decisões tomadas foram inúteis. Hoje decidi parar de querer justificar e tentar desesperadamente fundamentar com falsas certezas os caminhos que claramente foram errados. Sim, sei que só cheguei até quem sou hoje através deles. Porém, veja meu ponto com clareza: Eu passei batido por rotas alternativas porque simplesmente não sabia enxergar naquele tempo. Sabe, existem olhos que não veem. Eu não fui capaz de ver através dos muros de achismos. Eu muito achei que estava fazendo tudo certo. Tive segurança absoluta que era por ali que se ia.

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